sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Mulheres no Banquete de Eros-Editora aBrace-- alguns comentários e lançamentos



Nina Reis , uma essoa essencialmente poética e pela POIESIS, organizou a coletânea Bílingüe MULHERES NO BANQUETE DE EROS, que foi lançada inicialmente na feira Internacional do livro em Brasília e depois, em Brasília e várias cidades/países, pois cada poetisa faz sua própria apresentação.Em brve, haverá lançamento maios em Brasília, segundo nos informou a performer brenda Mars, também presente na edição.

Gosto de estar entre mulheres que falam do erotismo de forma tão peculiar à feminilidade, ao sentido de gêneo e à capacidade de entrega.

Clevane Pessoa de Araújo Lopes

Blog de alpasxxi


1)A PALAVRA DO SÉCULO XXI

CRUZ ALTA-RS

http://alpasxxi.literatura.zip.net/
22/08/2008


Clevane Pessoa convida!


Mujeres en el banquete de Eros -Mulheres no banquete de Eros- (selección de poesía de poetas mujeres de América bilingüe español-portugués) ISBN 978- 9974-8082-7-0/2008 $ 180.- (U$S 7.-) 96 páginas Bella Clara Ventura, Brenda Marques, Carmen Váscones, Clevane Pessoa, Eliane Accioly Fonseca, Julieta León, Lisette Clavelo, Marilú Duarte, Nida Chalegre, Nina Reis, Ridamar Batista, Sonia N.B. de Sà y Teresa Coraspe. Prólogo de Antonio Miranda, Director de la Biblioteca Nacional de Brasilia quien dice: Sentimientos sutiles, o agónicos, pérdida, resentimientos. Escapismos, masoquismos, Levitación, idealizaciones. Hay todo un caleidoscopio de recuerdos y deseos, con la liviandad y la sutileza (mas no siempre) de las mujeres.

Fonte:picasaweb.google.com/.../uIvuM6rRKvIQT0VHHa2Sog

Mulheres No Banquete de Eros foi organizado pela Poetisa Nina Reis, Diretora no Brasil do Movimento Cultural aBrace (Uruguai/Brasil), d qual souna representante em Minas Gerias.
Foi lançado em Havana, Cuba, na feira Internacional do Livro neste ano de 2008-e vem tendo sucessivos lançamentos no Brasil .Um dos próximos, será em Brasília.

De Belo Horizonte,Minas Gerais, Brasil, participam Clevane Pessoa de Araújo Lopes e Brenda Marques Pena (Brenda Mars).

Brenda Mars usou poemas desse livro para suas performances em março, nas comemoraçoes da semana da Mulher 9a partir do 08/03,além dos contidos no ME (Mulheres Emergentes 18-Ed.Alternativas)


Escrito por alpasxxi às 10h49
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21/08/2008

2)BRASÍLIA-DF



www.antoniomiranda.com.br

Texto de Antonio Miranda, diretor da Biblioteca de Brasília:

UM OLHAR FEMININO DO AMOR



por Antonio Miranda



prefácio da obra Mulheres no banquete de Eros; Mujeres en el banquete de Eros, poesia bilingue. Edição da Abrace. Montevideo, 2008.





Palavras-chave: poesia erótica; antologia poética.





Que mudas alegrias eu não forjei na mente!

E que posturas não imaginei!

OVIDIO





Poesia sensual, erótica e pornográfica ou simplesmente amorosa, está na essência e na textura da própria poesia, em sua te(n)são original. Seja de forma objetiva, explicita ou na interpretação do leitor, em sua subjetividade. Vale dizer que as palavras também exprimem, excitam sentimentos, além de sublimá-los e que toda poesia, em alguma dimensão, tem sua carga sensual, por ser humana.



Poemas luxuriosos, desde a mais remota antiguidade, passando pelo célebre Aretino, embevecem leituras, muitas vezes de lascívia e crueldade, como no exemplo do Marques de Sade. Leitura velada ou escancarada, escandalosa, conforme os tempos e as culturas, mascarada pela hipocrisia e o filisteismo, não raras vezes em edições clandestinas. Um dos exemplos mais notáveis é a Notice sur les écrivains erotiques du quiziène et du commencement du seixiène, edição belga de 1865, de caráter erótico-fescenino que tanto encantou nosso maior tradutor do gênero – o poeta José Paulo Paes, ele também um antologista com sua extraordinária Poesia Erótica em Tradução (São Paulo: Círculo do Livro, s.d.). Traduções impecáveis, às vezes recriações inspiradas que só um poeta consegue realizar. Começa com os gregos Dioscórides, Automédon, Filodemo, etc – mas não inclui Safo - seus poemas de sutil lesbianismo não foram incluídos -, mas lá estão os latinos Catulo, Ovídio, passando pela lírica medieval e provençal, o Século de Ouro Espanhol – notadamente Gôngora – e chegando aos tempos modernos (de Goethe, Whitman, Verlaine e Rimbaud) até o mais contemporâneo Pablo Neruda. Menciona, mas não inclui, os versos homossexuais de Konstantinos Kaváfis.



Parece que a vida não basta, daí a razão da literatura para prolongar, estender a vida; que o amor se amplie ou perpetue em palavras... "Assim como ler não substitui o viver, tampouco a experiência sexual literariamente representada ou figurada pode proporcionar o mesmo tipo de satisfação que a experiência da carne; nem seria esse o seu intuito" , assevera Paes, em longo e profundo ensaio sobre "Erotismo e Poesia".



Algumas edições apelam para gravuras e fotografias, como se as palavras não bastassem. E chega-se ao cúmulo no website Shidua em que imensas imagens de pênis e vaginas pretendem reduzir o erotismo aos membros sexuais, quando há erotismo em tudo: nos ângulos da arquitetura, na protuberância dos frutos e até nos espinhos, para não lembrar do amor solitário, da perversão e dos fetichismos, como na paixão podófila do nosso Glauco Mattoso e na pedofilia de outros tantos poetas. Tem de tudo para todos, e parece não bastar.



Sem esquecer de meu amigo espanhol Antonio Pérez-Montoro que publicou um livro inspirado que ele intitulou 25 Sonetos descaradamente eróticos (Brasília: Thesaurus, 2003). Gostei, mas achei tímido, e escrevi o soneto a seguir em que expressei minha decepção, ao tempo em que questionava o sentido da pornografia e do sensualismo, sensações de um relativismo desconcertante:





ENTRE PURO E OBSCENO



Poema de Antonio Miranda



Para José Antonio Pérez-Montoro





Depois de teus sonetos ler e salivar

a revolver em busca de lascívia e mel

os vinte e cinco poemas, de um só tropel

e, acinte, é que fico aqui eu a cismar.



Se pode haver pornografia em amar

mesmo que o amor seja reverso e cruel

ainda que a soldo no mais reles bordel

ou mesmo na inversão de corpos a arfar.



Não seria no ato que se pratica

nem poderia estar naquele que fornica

ainda que na condição mais canalha



mesmo que nem seja amor, seja mortalha

imunda, perfídia, que só valha

o ditado: amor que fica é o de pica.





Mas estamos diante de uma antologia feminina do erotismo, com seus vieses e matizes. Um "olhar" específico que por si só já justificaria o livro, além do bilingüismo e, por certo, o fato de serem mulheres latinas, mais ainda, latino-americanas, dos trópicos, da luz, do calor e suas periferias. Mulheres em estado de poesia em suas revelações mais íntimas. Falando de cio, seios, intimidade, pele, umidade, extravio, amor furtivo, combates; sentimentos despertos, acesos, suspiros, murmúrios, desejos ardentes, néctar, pólen, sêmen, tecidos túmidos, entregas, que incham, esgarçam, gemem, derretem, sentidos prenhes, falos, delírios, traição, sacrifício; sedentas, frustradas, espasmos, orgasmos... "En espera de que alguien/ se interne entre mis vellos" (Lisette Clavelo). Com "Saudades da vida feliz a dois:/Eu, tu, nós e o depois" (Marilú Duarte) ou, como confessa Nida Chalegre: "transei com você/ em todos os corpos que amei".



Sentimentos sutis, ou agônicos, perdas, ressentimentos. Escapismos, masoquismos. Levitação, idealizações. Há de tudo, num caleidoscópio de lembranças e desejos, com a leveza e a sutileza (mas nem sempre...) das mulheres. E até a sensação um tanto drummondiana – aquele vate brasileiro que também deixou seus poemas eróticos publicados depois de sua morte mas que, em vida, confessava com aspereza que "Nem era amor aquilo que se amava"... – de Sônia Maria Neves Bittencourt de Sá, escapando pelo fastio ou desamor: "Aproveito tua saída/ Para ir ao meu encontro". Ah, faltava dizer que nenhuma tocou na questão do amor narcísico que não deve ser assim tão raro entre as mulheres, nem entre os homens...



Antonio Miranda, poeta

Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília

www.antoniomiranda.com.br




UN MIRAR FEMENINO DEL AMOR



Por Antonio Miranda



prefácio da obra Mulheres no banquete de Eros; Mujeres en el banquete de Eros, poesia bilingue. Edição da Abrace. Montevideo 2008.



ίQué mudas alegrias no forje en la mente!

ίY qué posturas no imagine!

OVIDIO



Poesía sensual, erótica y pornográfica o simplemente amorosa, está en la esencia y en la textura de la propia poesia, en su tesón (tensión) original. Sea de forma objetiva, explícita o en la interpretación del lector, en su subjetividad.Vale decir que las palabras también exprimen, excitan sentimientos, más all[a de sublimarlos y que toda poesia, en alguna dimensión, tiene su carga sensual, por ser humana.



Poemas lujuriosos, desde la más remota antigüedad, pasando por el célebre Aretino, impregnan las lecturas, muchas veces de lascivia y crueldad, como por ejemplo el Marqués de Sade. Lectura velada o expuesta, escandalosa, conforme los tiempos y a las culturas, enmascarada por la hipocresía y el filiteísmo, no pocas veces en ediciones clandestinas. Uno de los ejemplos más notables es la Notice sur les écrivains erotiques du quiziène et du commencement du seixiène, edición belga de 1865, de carácter eróticofescenino que tanto encanto a nuestro mayor traductor del género, el poeta José Paulo Paes, él también un antologista con su extraordinária Poesia Erótica em Tradução (São Paulo: Círculo do Livro, s.d.). Traducciones impecables, a veces recreaciones inspiradas que sólo un poeta consigue realizar. Autodemon, Filodemo, etc. – pero no incluye a Safo. Sus poemas de sutil lesbianismo no fueron incluídos — pero allá están los latinos Cátulo, Ovidio, pasando por la lírica medieval y provenzal, el Siglo de Oro Español – notablemente Góngora — y llegando a los tiempos modernos (de Goethe, Whitman, Verlaine y Rimbaud), hasta el más contemporáneo Pablo Neruda. Menciona pero no incluye, los versos homosexuales de Konstantinos Kaváfis.



Parece que la vida no basta, de ahí la razón de la literatura, para prolongar, extender la vida, que el amor se amplie o perpetue en palabras..."Así como leer no sustituye vivir, tampoco la experiência sexual literalmente representada o figurada puede proporcionar el mismo tipo de satisfacción que la experiencia de la carne; ni sería esa su intención", asevera Paes, en largo y profundo ensayo sobre "Erotismo y Poesía".



Algunas ediciones apelan a grabados y fotografías, como si las palabras no bastasen. Y se llega al colmo, en el website Shidua en que inmensas imágenes de penes y vaginas, pretenden reducir el erotismo a los miembros sexuales, cuando hay erotismo en todo: en los ângulos de la arquitectura, em la protuberância de los frutos y hasta en las espinas, para no recordar del amor solitário, de la perversión y de los fetichismos, como em la pasión de podófila de nuestro Glauco Mattoso y en la pedofilia de outros tantos, y parece no bastar.



Sin olvidarme de mi amigo español Antonio Pérez-Montoro que publicó un libro inspirado , que tituló 25 Sonetos descaradamente eróticos (Brasília: Thesaurus, 2003).



Gusté, pero me pareció tímido y escribí el soneto ENTRE PURO Y OBSCENO en que expresé mi decepicón, al tiempo en que cuestionaba el sentido de la pornografia y de sensualismo, sensaciones de un relativismo desconcertante.





ENTRE PURO Y OBSCENO



Poema de Antonio Miranda



Traducción de Elga Pérez-Laborde





Después de tus sonetos leer y salivar

revolviendo en busca de lascivia y miel

los veinticinco poemas, de un sólo tropel

y, adrede, es que me pongo aquí a pensar .



Si puede haber pornografía en amar

aunque el amor sea perverso y cruel

aunque a sueldo en el más ruin burdel

o, más, en la inversión de cuerpos jadear,





No sería en el acto que se practica

ni podría estar en aquel que fornica

aún en la condición que más rebaja



aunque ni sea amor, sea mortaja

inmunda, perfidia, que sólo valga

el dictado: amor que fija es el de pija.




Pero estamos frente a uma antología femenina de erotismo, com sus virajes y matices. Un "mirar" específico que por sí solo ya justificaria el libro, además del bilingüismo y, por cierto, el hecho de ser mujeres latinas, más todavía, latinoamericanas, de los trópicos, de la luz, del calor de sus periferías. Mujeres em estado de poesía en sus revelaciones más íntimas. Hablando de celo, intimidad, piel, humedad, extravio, amor furtivo, combates; sentimientos despiertos, encendidos, suspiros, murmullos, deseos ardientes, néctar, polen, semen, tejidos firmes, ientregas, que llenan, laceran, gimen, derriten, sentidos preñados, falos, delirios, traición, sacrificio; sedientas, frustradas, espasmos, orgasmos... "En espera de que alguien/ se interne entre mis vellos" (Lisette Clavelo). Con "Saudades da vida feliz a dois: /Eu, tu, nós e o depois" (Marilú Duarte) o, como confiesa Nida Chalegre: "transei com você/ em todos os corpos que amei".



Sentimientos sutiles, o agónicos, perdidas, resentimientos. Escapismos, masoquismos. Levitación, idealizaciones. Hay de todo en un caleidoscópio (mas no siempre...) de las mujeres. Y hasta la sensación um tanto drummondiana — aquel vate brasilero que también dejó sus poemas eróticos publicados después de su muerte pero que, en vida, confesaba con aspereza que "Ni era amor aquello que se amaba"...— de Sônia Maria Neves Bittencourt de Sá, escapando por el desgano o desamor: "Aproveito tua saída/ Para ir ao meu encontro". Ah, faltaba decir que ninguna toco la cuestión del amor narcisista, que no debe ser así tan raro entre las mujeres, ni entre los hombres...







Antonio Miranda, poeta

Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília

antmiranda@hotmail.com.br



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www.antoniomiranda.com.br/ensaios/img/um_olha...

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www.editabrace.com/port
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http://vivieventos.blogspot.com/2008/02/brenda-mars-jornalista-fotgrafa.html
Vivi Eventos Culturais (Natal-RS)
"Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida não desistir da luta e ser otimista." (Cora Coralina)

Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
HOMENAGENS AS MULHERES DE MINAS GERAIS



Brenda Mars (jornalista, fotógrafa, baterista da Banda Caution,Poetisa, uma das Cônsules de Poetas del Mundo ,Presidente do Imersão Latina ) em Belo Horizonte-MG ."Brenda Marques, traz o cotidiano poético de amores femininos para a Lagoa do Nado . Março é o mês internacional das mulheres e da poesia. A poetisa e perfomadora Brenda Marques Pena levará a lagoa do Nado um pouco do trabalho que publicou junto com outras 10 poetisas latino-americanas que integram a coletânea "Mulheres no Banquete de Eros" da Editora Abrace. A performance terá início às 19 horas da quinta-feira, 27 naLagoa do Nado. A apresentação foca os diferentes tipos de amor que são exprimidos pelas mulheres: o erótico, o materno e o fraterno, nos diferentes papéis desempenhados na sociedade. Os movimentos corporais e a exploração do som como elemento de expressão poética são marcas da poetisa mineira que já se apresentou em Cuba, França e Estados Unidos."SARAU DA LAGOA DO NADO COM OS POETAS BRENDA MARQUES E LUCIANO NUNES 27/03/08 ÁS 19:00 hs. LOCAIS: BIBLIOTECA DO CCLN E TEATRO DE BOLSO.ENDEREÇO: Ministro Hermenegildo de Barros 904 - B. Itapoã. ÔNIBUS: S2207/22042210- 63/64 VIA PEDRO 1º.Mais informações com coordenação do sarau Ricardo Evangelista. Fones: 32777420 ou 96920283"Brenda Multifacetária"Poeta, baterista, jornalista e mestra em Literatura e outros SistemasSemióticos pela UFMG. A Cônsul de Poetas del Mundo, Brenda MARqueS Pena,dedica-se à escrita desde 1992.Seu trabalho literário já foi publicado em antologias nacionais deBrasília, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Doisvolumes da coleção Escritores do Ano 2000 da Editora Koinonia Sul1998/1999 levam quatro de suas poesias. Medalha de Bronze no PrêmioCarlos Drummond deAndrade CBM e no I Festival de Cultura Popular. Participou da BienalInternacional do Livro do ano 2000 em São Paulo pela Alba Editora.Em 2007 publicou "Roteiro para uma noite poética feliz" da antologiainternacional Del´Secchi. Neste ano participa com 6 poemas da ediçãobilingüe "Mulheres noBanquete de Eros" pela Editora uruguaia/brasileira Abrace junto com 10mulheres Encontro internacional Literário durante a FeiraInternacional do Livro em Havana, Está em processo de finalização doslivros: "Almas Desnudas" (Poesia) -parceria com a escritora Clevane Pessoa) e "Invasão do Iraque: uma guerrade imagens e discursos." (Ensaio).Alguns poemas e outros escritos de Brenda Marques Pena podem ser acessados em: www.recantodasletras.com.br/autores/brendawww.cautionband.com.br/brenda.htm

Também participo, com prazer, da antologia MULHERES NO BANQUETE DE EROS ,coordenada pela poeta Nina Reis, do Movimento Cultural aBrace, editora de mesmo nome,representada no uruguai por roberto Bianchi e no Brasil por ela, sob o lema "SOLIDARIEDADE ENTRE CRIADORES"...
Clevane
Divulgação:Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Diretora regional do InBRasCI(Instituto Nacional de Culturas internacionais),em Belo Horizonte, MG)
Consul Z-C de poetas del Mundo em BH/MG
Embaixadora Universal da Paz (Cercle Univ.des Ambassadeus de la Paix-Genebra,Suiça)
Representante do Movimento Cultural aBrace em Minas gerioas
Delegada da ALPAS XXI (A Palavra so Século XXI)-Belo Horizonte, MG
Vice-Presidente do Imersão Latina
Divulgadora da Rede CATITU (Núcleo Clevane Pessoa e Outras pessoas)
Membro da AVBL desde 2002
e Patrono da AVSPE.
Postado por VILMACI VIANA às 06:46
________________________________________________________________________--BRASÍLIA=DF/BRASIL

Declamando suas poesias acompanhada pelo músico Johnny Siqueira no lançamento do livro "Mulheres no Banquete de Eros"

http://www.nidachalegre.com.br/imprensa2.html
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BRASÍLIA_DF-BR

http://www.nosrevista.com.br/2008/06/23/convite-lancamento-livro-mulheres-no-banquete-de-eros/
Convite lançamento livro "Mulheres no Banquete de Eros"
23/06/2008
Mulheres do Banquete de Eros
Show do Músico Jonhy Siqueira
Recital de Poesias Eróticas com a Arq. e Poeta Nida Chalegre
(participante do livro pelo Brasil com 5 poesias)
25 de Junho - Quarta-Feira - 19h
Local: D'Core - Free Park.
Tel.: 3362 4807 / 8111 2177
Movimento Cultural Internacional ABRACE
ABRACE Editora
Apoio Cultural: D'Core
"estamos diante de uma antologia feminina do erotismo, com [...]



- Free Park.
Tel.: 3362 4807 / 8111 2177
Movimento Cultural Internacional ABRACE
ABRACE Editora
Apoio Cultural: D'Core

"estamos diante de uma antologia feminina do erotismo, com seus vieses e
matizes. Um "olhar" específico que por si só já justificaria o livro, além
do bilingüismo e, por certo, o fato de serem mulheres latinas, mais ainda,
latino-americanas, dos trópicos, da luz, do calor e suas periferias".

Antonio Miranda - Poeta - Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília

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leia mais em meu blog:http://clevanepessoa.blogspot.com/2008/03/poesia-feminina-pede-passagem-antologia.html

E no site do aBrace:www.editabrace.com/espanol/Upload/uploadedmul...

http://mail.google.com/mail/?shva=1#inbox/11beae9108f6d04a


"Mujeres en el banquete de Eros -Mulheres no banquete de Eros- (coletânea de poesia, 13 mulheres poetas da América latina, bilingüe espanhol-português)

Bella Clara Ventura, Brenda Marques, Carmen Váscones, Clevane Pessoa, Eliane Accioly Fonseca, Julieta León, Lisette Clavelo, Marilú Duarte, Nida Chalegre, Nina Reis, Ridamar Batista,Sonia N.B. de Sà e Teresa Coraspe. Prólogo de Antonio Miranda, Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília. "

ISBN 978- 9974-8082-7-0/2008

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Luisa Coelho,Pitanga e Tânia Diniz-Poietisa







Tânia Diniz, com sua histótia de vida dedicada à poesia, é tambem contista.E um de seus mini-contos participa de PITANGA-MICRO_CONTOS, uma antologia trazida por Luisa Coelho, que cumpre,na capital mineira,no Brasil, uma agenda cheia de compromissos, quando lança KUNUAR, de poemas, livro de sua autoria.

Neste ano de 2008, Tânia também comemora os dezoito anos de seu jornal mural Mulheres Emergentes e no ano passado,, organizou a antologia ME18, onde estou, com várias poetas de várias partes do Brasil.Das POIETISAs de nosso projeto, temos:Lívia Tucci, Regina Mello, Neuza Ladeira, France Grippe,Líria Porto.

Entre as mais jovens, estão a filha de Tânia Diniz, Ana Carol , minha amiga Marina Silva e minha nora, Karina Araújo Campos.

As demais são:Andréia Donadon,Auxiliadora de Carvalho Lago, Beatriz Amaral,Conceição Parreiras Abritta,Dagmar Braga,Débora Novaes de castro,Djanira Pio, Dóris Araújo,Edinpeia Alve, Eliane Accioly Fonseca,Elisabee Gontijo,Elza ramos Amaral,Graça Graúna, Graça Rios,Iara Alves, Ivete Walty, Letícia Naveira,Lúcia daniel,Lúcia Serra, Maria de Lourdes Horta,Micheline Lage, MÔnica Anspach,Nazareth Fonseca,Raquel Naveira,Silvana Pagano, Silvia Anspach,Simone Neves, Stella Machado,Tânia Pagano,Vera Casa Nova.

A foto, enviada por Tânia Diniz,durante o coquetel de lançamento da antologia Pitanga, no espaço Letras e Ponto (de Dagmar Braga), dia 20.8.08:
Dagmar braga, Sergio Fantini, Luísa coelho(com a antologia Pitanga em mãos), Cristina Agostinho e Tânia Diniz (com a antologia ME 18 nas mãos), Lívia Tucci.

--
Tânia Diniz
poeta e editora
telefax (31) 3332 21 11
www.mulheresemergentes.blogspot.com

O CONTO

Diagnóstico

Não conseguia olhar abaixo de seu queixo.Mantinha-o sempre levantado.E tal prolema causava-lhe outros, pois não podia relacionar-se com qualquer um, apenas com os mais altos que ele.
E tanto ouviu falar de si que cedeu às censuras e submeteu-se a exames e radiografias.No resultado, não deu outra: tinha um rei na barriga.

tânia diniz

Das Diferenças ( VI)



Foto:Lucky e eu.Lembro os versos renomados:

"Mais vale um cachorro amigo
que um amigo cachorro"

Das Diferenças (VI)

Clevane Pessoa de Arapujo Lopes

Gosta(ria) de ser tratada como trato
os que me cerca(m)
dentro da cerca
do espanto
de ser humano .
cada mano(a) que a vida emp(r)esta(ria )
Por vezes em pesta(ria )
meu tempo de ser..

Gosta(ria) de ser olha(da)
conforme olho,
olho no self, adentrando no Outro.

E quem nada ,d(o)a
a quem doer,
é nadador na própria lagoa
e nada que ao outro doa
pode lhe importar
Ao olhar do Cosmos,essa pessoa
que pensa que é tudo, muitas vezes é quase
NADA.

Agora, na ágora onde estamos, nervos e expostos
e caras em poses, corpos em exposição,
apenas RIA,
Eu choro por dentro e enxugo o pranto
no manto
da camuflagem e da educação.
Você , diz a todos, SIM
e eu, digo apenas a mim
cada NÃO.

Essa, a diferença.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

LUAL-SEmentes de Poesia-Clevane, Bilá Bernardes e Mariinha.






Foto:Clevane, Bilá Bernardes e Maria Fortuna.
A POIETISA Maria Fortuna, chargista e ilustradora, autora de livros para crianças e todas as idades, registra em seu blog (e publica um de nossos poemas -do-luto),pelo que muito agradecemos:

Clevane Pessoal no Lual em BH

Clevane Pessoa é Consul de Poetas del Mundo, Embaixadora da Paz, dentre outros títulos. Aí está ao meu lado no Lual do Parque Municipal de Belo Horizonte que aconteceu no mês de julho. (a esquerda de blusa cinza)
Clevane é jornalista, psicóloga, escritora, poeta, etc Dentre Suas Água e Afins, um livro de grande beleza!

O Lual, sarau de poesias, acontece em noites de lua cheia(*).
Postado por MJFortuna às 15:36 0 comentários

Lual de Poesia em Belo Horizonte - Clevane Pessoa

Se...
Clevane Pessoa

Se eu tivesse um coração de cristal

com ele faria um prisma de pura alegria

e um arco-íris brotaria

quando o sol

em mim batesse... Se

Se o coração em luz pulsasse,

se eu então me alegrasse,

Se...você ressuscitasse,

talvez o meu jamais parasse

para sermos juntos

um coração apenas...




Enviado por Maria J Fortuna

( * ) A autora refere-se à edição extraordinária ,noturna,do SEMENTES DE POESIA do MUNAP-Museu Nacional de Poesia, dirigido por Regina Mello.

As costumeiras acontecem no segundo domingo de cada mês, das 10h ao meio dia, na Praça dos Fundadores (na foto, suas cabelças atrás de mim)-Parque municipal, Belo Horizonte, MG, sob os auspícios da diretoria do mesmo.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Artista sob olhar de artista-EGO






Na tela o broche pintado,sobre a bluda,mostra o rosto dos filhos do casal Adão-Conceição:Sereno (hoje veterinário) e caule(publicitário, qual o pai)

O olhar sob o olhar.

O homem -que- ama olha o olhar
da mulher-que é-amada
dentro de uma esfera particular:
ororboros
com lição de eternidade,
artista,esposa,amante e mãe
-os filhos
fazendo parte
dela, dele, da arte...

(Clevane Pessoa de Araújo lopes,inspirda pela tela acima,pintada por Adão Rodrigues:um retrto da poietisa, escultura e pintora Maria da Conceição R.Rodrigues, sua mulher).

>>>***<<<

EGO

(Maria da Conceição Rodrigues Moreira)


Que seja eu o veículo

Que por mim se escreva a dor

A pequenês de um ser amesquinhado

Que seja eu torto morto

Ou, que seja eu torturado


Eu sem ego espesinhado

Na labuta de cada dia

Mas que seja eu maltratado

Que morria dia dia

E por ti, no esquecimento enterrado


Que seja meu o teu sorriso frio

E teu o meu muito penar

Mesmo na maior agonia

Que eu seja lírio nesse lugar


Na força ardente um lamento

Para o seu deleite vadio

Que seja eu a te encher de encanto

Mesmo que eu esteja vazio


Que eu seja o teu maior amor

E que te abrigas do frio

Carrego nas entranhas a dor

Seu clamor é meu desafio

Que seja eu o teu penhor

>>**<<<

Maria da Conceição Rodrigues Moreira-Menino da Favela




Imagem:a)O olhar sensível da poetisa e artista plástica Conceição R.Moreira- parte de tela que é obra do marido, o publicitário e artista Adão Rodrigues.

b)Grupo de 4 selos sob título:"menino da favela", 2006-Quadra Grafiteiros-CBC-S.Paulo
Fonte: www.filatelia77.com.br/index.php?cPath=105_57...

MENINO DE FAVELA

(Maria da Conceição Rodrigues Moreira)


Sob o céu núvens escuras

Sobre o morro mil barracos inseguros

Enlodados mofados sem muro

São malocas de moradores sem futuro


A fome dos homens é latente

Uma nação de herdeiros doentes

De bocas murchas sem dentes

Outrora guerreiros valentes


Dores nos pés frios descalços

lágrimas quente que brotam no peito

No ventre da mãe a criança cresce

Perambulando sem destino

O pai da criança padece


O herdeiro que vai chegar não é desejado

Procuro no homem outrora amado

E vê no pai o desalentado

Procura no menino não desejado

E vê o carente tão pouco amado

NEUZA LADEIRA e os COMEDORES DE SONHOS




Neuza Ladeira, que em linguagem amargamente poética, responde em rítmo soturno e legítimo , poesia em prosa tinta de carmim e púrpura, chumbo e cinzas,a respeito dos tortrados e , por tabela, torturadores, é uma das poietisas que de nosso livro -álbum POIETISA:

"Um pensamento dançado é entendido mas uma alma escondida é feroz"

"Prezado Sr. Clóvis Rossi sobre o artigo Tortura e punições

Em relação às confusões tenho duas categorias a acrescentar que muitos agentes do estado agem como delinqüentes .
Que tortura é barbárie sem fronteira pois até os nossos dias isto é corriqueiro comum e vagabundo.
A impunidade sim esta lepra milenar herdada como a historia que nos foi contada, entendo como conceitual e por milênio factual .
Agora os assassinatos grotescos como Vladimir , Rubens Paiva, Carlo Alberto e outros...anda se tornando um caso corriqueiro nos dias atuais.
A morte novamente nos ronda com sua dark história pois uma democracia jamais supõe não se aplicar o conceitual a lei assim ao fazê-lo educa seu povo contra o factual os hábitos antigos já há muito embrutecidos.
Agora como ex-prisioneira política do governo Médici torturada pelo delinqüente Fleury e aguardando a hora que este governador cumpra com a lei pois o seu Estado foi um dos emplacáveis na tortura aos prisioneiros políticos.
Perdida num oceano... o vácuo a tortura o medo delira em labirintos de memórias e escondida onde ficou impresso o eco contando história da negritude e sílica da gente.
Jamais posso esquecer os jardins de 1970 onde cravos e martelos novamente em uso Neuza Ladeira"

Amiga de Neuza, convivo com as sequelas, com essa alma que foi embora num momento pior-se é que os haja- de tortura e que voltou, embora ela ainda não a tenha encontrado, camuflada em Poesia.Essa alma-de-poeta e de aquarelista é capaz de captar nuances meigas e sutis e , generosamente, oferecê-las ao mundo.

Não se espere por palavras encadeadas ou conceitos amarrados.A voz é livre e o pássaro voeja em alturas.Esqueça regras:ela criou novas normas, para SER e Estar, sem nenhuma inocência a lavar-lhe os olhos.

E a canalização do horror gerou essa poemática sui generis.Tenho a responsabilidade e o envolvimento de prefaciar seu melho livro, OS COMEDORES DE SONHO, ainda inédito.
Embora não se possa esperar lirismo, sua POIESIS é brutamente delicada.

Clevane Pessoa de Araújo Lopes
Poeta Honoris Causa , pelo CBLP ,Diretora Regional do InBrasCI em Belo Horizonte, MG,da presidência do IMEL (Inst.Imersão latina)



Clevane Pessoa de Araújo lopes

domingo, 17 de agosto de 2008

UM Dia de Chuva-Maria Queiroz




A chuva cai lá fora
Pela fresta da janela
Meu olhar se consome
Se perde em recordações...

Os pingos na vidraça
Avisam que a vida passa
Mesmo assim, volto ao passado
Sinto meu corpo molhado

A roupa colada em mim
O gosto do beijo roubado
Aquela paixão sem fim...

Em meio à fantasia
Aguça a minha ousadia
A água se derrama
O suor se alivia
Mas o fogo ainda arde...

Maria Queiroz
( do livro À FLOR DA PELE)

Prefaciei esse livro de Maria(foto)-e o poema acima está em meu site Asas de Água -depois impedido pelo Kitnet, que dera armazenamento ilimitado e depois retirou todos os grandes.A webmaster Jacira Ribeiro (do conhecido site Jamulher), que fizera um caprichosos trabalho, então hospedou-o em seu domínio do Terra.
O link é :http://paginas.terra.com.br/arte/asasdeagua/umdiadechuva.htm

SONHARES E ESPANTOS


SONHARES E ESPANTOS


Quando eu sonho, sonho sonhos surreais,/
mistérios do imaginário/
mescladosa fatos reais...
Quando eu sonho, meu fadário/
fragmenta-se em coloridos/ fractais:
pedacinhos/
de mim mesma
ou de quem penso ser?/
Mas quem sou, onde estou,
afinal,
nesse caleidoscópio de cristal,
onde o nunca mais/
ainda é o sempre/
e as sete cores /
do arco-íris/
são apenas feixes/
de luz branca, afinal?/
Não fosse o estado/ onírico,liberador,/
sangraríamos/
água e peixes,/
quais açudes/
incapazes de suportar/
o volume total.../

Clevane Pessoa de Araújo Lopes

O escudo é web-arte de Suely Damasceno

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sábado, 16 de agosto de 2008

BRINDE-Clevane Pessoa




Abaixo, encontrarão os endereços da formatadora Suely Damasceno (Suelydam).Ela ofereceu-me a imagem e escrevi esse meu poememto.


B*R*I*N*D*E


Brindo à vida, por ser querida,
e até preterida
(se o fui na verdade,um dia),
pois fiquei livre para ser encontrada
por quem estendeu-me a mão forte
e comigo caminhou o meu caminho...

Clevane Pessoa de Araújo Lopes




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